mais um aniversário...

O tempo passa mesmo a correr, ainda ontem eram 16 de Maio... Exactamente, Parabéns!!
Acabei por n postar nada aqui no dia do meu aniversário por isso aqui fica a referência.
Foi mais um dia como outros tantos, acabei por ir trabalhar foi um dia calmo se assim o posso dizer. O dia começou ainda de madrugada com os meus pais a me darem os parabéns pouco passava da meia-noite. O telemóvel já estava a ficar sem bateria e pelo sim e pelo não lá liguei o carregador, não fosse ficar a meio de alguma conversa telefónica. Já n tenho por hábito fazer grandes festas ou combinar seja o que for, se calhar de combinar algo combino, ainda para mais num dia de semana. Mas lá para início da noite lá enviei uma mensagem a alguns amigos, para se juntarem a mim num copo a jeito de convívio e pretexto para poder estar com eles, já que se torna cada vez mais raro devido ao meu horário. A noite até estava a agradável e lá fomos até ao cubo na ribeira do porto, Nem todos apareceram, mas percebo perfeitamente já que foi algo em cima da hora, mas n podia deixar de fazer o convite. Foi bom poder-mos estar ali a contar histórias e desanuviar um pouco do corre corre do dia a dia.
R.M.

Moçambique, já aqui ao lado...

Moçambique, alô alô... alguém me está a ouvir?
É sempre interessante falar com alguém do outro lado do mundo pois parece que está ali ao lado a facilidade de comunicação, claro que tinha de existir algumas diferenças ainda para mais num país como aquele que mais parece um mundo á parte.
-"Parabéns! Então como estás tu?"
-"Obrigado. Eu estou aqui numa explanada na praia a tomar um café e a apanhar um pouco de sol..”
-“Bem, aqui o sol já se pôs á quatro horas, já é noitinha”
-“E então com estás tu? Quando Voltas?...”
Tudo isto poderia ser uma conversa normal, n fossem as diferenças de três e de quatro segundos entre o que eu digo e ele ouve.
No final lá me disse que o meu blog n era actualizado muitas vezes… é verdade, estive algum tempo sem dar notícias, como tal tenho vindo a compensar essa ausência.
Gostaria de dedicar este texto a esse amigo meu que se encontra longe mas tão perto do nosso pensamento, o nosso amigo João Ricardo que em terras Moçambicanas encontrou trabalho. N faço ideia do que será estar tão longe de todos os seus amigos, da sua família tanto tempo, façamos contas que a ultima vez que cá esteve foi por meados do início do ano e desde então ainda n voltou cá a Portugal e ainda n sabendo quando voltará a nos fazer uma visita e matar essas saudades. Como tal que todas estas palavras e fotos que aqui coloco espero que façam essas saudades diminuir um pouco, ou pelo menos saber que estará sempre alguém aqui deste lado e que n serão uns meros kilómetros que irão afastar todos esses anos de amizade e partilha.
Coloco aqui umas fotos de uma festa de um “até já” dias antes da sua partida nesta sua nova aventura. (Espero que n se importem os presentes)
Aqui fica a minha homenagem pelo seu espírito de aventura, de camaradagem, de alegria e de amizade sempre presente.
Um abraço sentido e de um orbigado por tudo.
R.M.

os Aquijazz de volta...

Fotografias R.M. Já aqui anteriormente fiz referencia a este grupo os Aquijazz da ESMAE, pois bem aqui fica mais algumas notícias sobre este grupo de cantores e músicos que vêm na música algo como uma parte sua.
Estas fotos são do ultimo concerto dado em Portugal, mais especificamente no auditório Ilídio Pinho, UCP (Católica) concerto esse que serviu n só para dar a conhecer mais um pouco deste grupo e de seu reportório musical mas também como angariação de fundos para a sua viagem na representação de Portugal num dos maiores festivais nórdicos de musica vocal, a "
AAVF- Aarhus Vocal Festival " que se realizou entre os dias 11 e 14 de Maio de 2006, Aarhus, Denmark.
Infelizmente e com muita pena minha n me foi possível de os acompanhar e poder registar esses momentos únicos e inesquecíveis a acreditar pelos relatos que tive mas claro isso só quem lá esteve poderá testemunhar e confirmar, infelizmente n trouxeram um primeiro lugar nem um segundo, mas podemos ver que como sempre fizeram a diferença pois lhes foi atribuído um outro prémio criado especialmente para este grupo, um prémio pela sua partilha musical e a sua energia, isto mais uma vez demonstra a boa disposição e todo um ambiente de bem estar que este grupo transmite nos seus concertos.
R.M.

um mundo só seu...

Fotografia R.M.Gostaria ás vezes de saber o que se passa nesse seu mundo tão próprio, tão seu, tão único...
Não consigo, e acho que nem a mente mais fertil e mais imaginativa o conseguirá fazer, apenas ele terá a sua verdade, cada um de nós vê as coisas de maneira diferente. Acho interessante pensar que n existe um visão única do que nor rodeia, cada um interioriza de uma maneira e no entanto vemos a mesma coisa. Digo que gostava de saber o que se lhe vai na mente para poder comunicar e partilhar esses pensamentos e esses momentos, momentos de alegria e de tristeza, mas estar a seu lado e saber que ele sabe que estou ali.
R.M.

código postal...

Fotografia R.M.Já lá vai o tempo em que escrevi uma carta á mão… ou até em algum qualquer computador, uma carta dirigida a alguém, uma carta de coração aberto ou uma carta de amigo. N me interpretem mal, nem sempre quis escrever cartas, pois para alem de acabar por escrever pequenos testamentos de coisa alguma, toda a minha caligrafia é algo que mais se assemelha a pequenas linhas e traços, por vezes indecifráveis até para mim. A solução para tal é escrever lentamente todas as palavras e deixem que vos diga que se torna frustrante. Por alguma razão inexplicável (ou talvez não), guardo um molho de cartas que recebi ao longo dos tempos, todas elas especiais de alguma maneira e por vezes dou comigo a reler essas cartas a quando de uma limpeza geral do meu quarto, acho que sinto falta de ir ao correio e ver uma carta escrita por alguém, saber que alguém dispensou tempo a escrever um pensamento ou um desejo e que o transcreveu para um papel.
Sempre fui um pouco perfeccionista, lembro-me perfeitamente de quando escrevia algo, sempre o fazia numa folha á parte para depois poder escrever a limpo e de maneira coerente, talvez por isso prefira o computador como muitas vezes faço quando escrevo no meu pequeno “diário de pensamentos” como eu lhe chamo. Por vezes torna-se impossível acompanhar todos os pensamentos que se me passam pela cabeça e o computador permite-me escrever um pouco mais rápido e melhor ainda, consigo sempre ler o que escrevi. Acho que posso dizer que este blog veio preencher um pouco esse meu desejo de escrever e de alguém ler, sei que por vezes se torna maçador e se calhar demasiado cliché mas é mesmo isso prefiro dizer o que me vai na cabeça do que n dizer o que seja, dar a conhecer um pouco de mim, partilhar algo de mim, n sou muito eloquente, n tenho muito jeito para falar com as pessoas pelo menos como orador, sempre fui mais um ouvinte do que um falante, mas isso será outra história para futuro.
Aqui fica a minha lembrança desses tempos de escrita.
R.M.

(re)encontros...

Fotografia R.M.
É impressionante a facilidade com que hoje em dia nos desencontramos, ou melhor nos deixamos de falar ou de ver e sem dar por isso já passaram 1 ou 2 anos.
O dia a dia passa e nos sítios mais inesperados encontramos alguém de quem já a memória recente se lembra quando no entanto ambos passamos por ali frequentemente quer por acaso quer por hábito, mas apenas o acaso n quis que nos encontrássemos cara a cara, sai então o diálogo típico:
"-E então por aqui? Há quanto tempo... quando foi? que idade tinha o bebé?" (...rapaz ou rapariga? pelo sim pelo não digo bebé, assim n insultamos ninguém nem ficamos mal...) "Ainda estás a trabalhar no mesmo sítio?" depois segue-se então a saga de resumir e contar todo esse tempo passado em histórias que nem a dez minutos chegam. "Temos de nos encontrar um dia destes, ainda tens o mesmo numero de telemóvel?...Ainda moras no mesmo sitio?" depois de todo este actualizar de agendas e contactos segue-se o retomar da programada vida de dia a dia, e eu lá me sento de novo no café a pensar o pq de ter deixado passar tanto tempo sem nos falar-mos, e ele segue ao encontro dos seus compromissos...
Não quero com isto dizer que estes encontros se tratem apenas de puro "protocolo" e frases "cliché"..., mas acabamos sempre por cair no mesmo esquema de conversa e de despedida que acaba por ser um até daqui a uns anos mais uma vez, um pouco hipócrita n? e contra mim falo claro.
Sabe bem estes encontros, é sempre bom encontrar alguém que nem sempre se espera encontrar por ali e naquela altura, durante essa pequena conversa revivo todos esses outros momentos do passado, dos tempos juntos, das brincadeiras, das cumplicidades e principalmente apercebo-me de como o tempo passa por mim e eu o deixo seguir.
Aqui fica a minha nota pessoal de mim para mim e de mim para todos o de relembrar de fazer com que estes encontros n se limitem a isso mesmo encontros de longe a longe, é sempre possível dispensar alguns minutos e não só para poder reencontrar estes velhos amigos e companheiros de experiências e fazer disso um hábito, porque não um combinar de um jantar?.. é complicado com as agendas? ok, ok, um café, uma água, um chá, algo que sirva de pretexto.
R.M.

Tenda do Encontro...

Fotografia R.M.Mais uma Páscoa que passa… há já algum tempo que todo o significado que esta altura tinha para mim tem vindo a mudar, o meu afastamento da igreja e de todos os hábitos a ela inerentes, mas o mais engraçado é que nem por isso deixo de fazer sempre algo que fazia nessa altura que era estar com outros que precisam um pouco mais de nós. Sempre o fiz… a começar pelas Páscoas jovens de alguns anos passados e posso dizer que me levaram a percorrer um pouco todo o país de norte a sul. Mas algo ficou e de alguns anos para cá, se n estou em erro pelo menos seis anos, que tenho estado sempre presente nesta altura com alguns miúdos de uma instituição de seu nome "Tenda do encontro", em sermonde. Ali existem 30 crianças e adolescentes que de algum modo as suas vidas tiveram um rumo que n seria o que todos os pais desejariam para os seus filhos. Tive pena este ano n poder ter estado mais tempo com eles, uma vez que acabei por ter de trabalhar á noite e como tal apenas de dia podia estar com eles mas é sempre tempo que para mim é ganho e não gasto. Aqui fica apenas uma referência e um agradecimento quer a eles quer a todos os que se empenham anualmente e principalmente aqueles que estão na vida diária deles sempre a zelar para que o seu futuro não se lhes fuja e que o consigam agarrar da melhor forma possível. Tudo o que eu escreva é pouco para dizer o quanto aquela casa bem como outras fizeram por mim e me influenciaram para hoje ser o que sou, não uma pessoa muito importante ou algo que se lhe pareça, mas uma pessoa que tenta crescer diariamente e sabe poder fazer a diferença na vida dos outros das mais diversas maneiras e por vezes das maneiras mais simples como estar presente ou passar e dizer um olá.
Esta fotografia foi tirada já ao entardecer depois de um jantar e enquanto fazia horas para me vir embora, não se deixem enganar tudo pode parecer bom e agradável, a casa pode ser muito bonita, tudo o que a rodeia pode ser ainda mais maravilhoso, mas é preciso mais do que isso para todos eles que lá estão e é algo tão simples que pode ser dado no mais pequeno dos gestos e ás vezes tão difícil de encontrar naqueles que os rodeiam.
R.M.

estreia!!

Pois é finalmente se fez a estreia desta curta-metragem, este musical experimental, após tantas horas de montagem pela noite dentro, muitas dores de cabeça a tentar por em prática o que se tinha em mente, a tentar conjugar todos esse pequenos pedaços de imagem independentes, muitas noites que se tornaram em dia. Talvez quem viu o produto final n saiba, mas aqui fica o meu testemunho para que seja dado o devido valor a todo este projecto e todo o empenho de todos para que ele se realizasse, nem sempre é fácil.. Todos somos diferentes e existem sempre maneiras diferentes de fazer uma mesma coisa.
Ainda passei algumas horas na sala de montagem não por obrigação, mas por gostar de estar lá e também um pouco de curiosidade de saber um pouco mais, outras vezes para fazer um pouco de companhia, já que por vezes se pode tornar um trabalho solitário e demasiado absorvente de nós próprios. O meu obrigado ao meu amigo Nuno Camacho pela oportunidade concedida de poder participar e observar todo esse trabalho de montagem e de bastidores, e claro a todos os seu companheiros de equipa que sempre me receberam tão bem, apesar de n me conhecerem de lado nenhum sempre se mostraram o mais disponível possível.
Mas falando da prova final.. para mim não terá sido um total surpresa de como se iria apresentar esta curta-metragem uma vez que vi evolução deste projecto final, mas penso que terá surpreendido pela positiva quer as pessoas que nele participaram quer as que a apenas visionaram. Aliás n posso deixar de referir aqui o quanto surpreso fiquei pelas qualidade de todos os filmes apresentados, isto falando da minha opinião, pois gostei imenso de ver todos eles, cada um com o seu estilo é claro. Penso que será nota positiva, mas como se diz eu sou suspeito a falar, deixo essas opiniões para que sejam vocês a dar, boas ou más.
R.M.

novos caminhos...

Fotografia R.M. É verdade.. após algum tempo sem dar noticias aqui estou de volta com post's atrasados e futuros, para poder compensar este tempo sem dizer nada.
Por onde tenho andado? Por novos caminhos... não nada disso, nada de maus caminhos, apenas novos caminhos que espero tragam algo mais para mim, como novas descobertas e novos horizontes.
Durante este tempo n me esqueci de vir aqui, apenas adiava um pouco mais o escrever seja o que for e como tal adiei durante este tempo todo... mas estou de volta.
R.M.

noite escura e fria..


Noite escura e fria que me deixa sem sono


Fotografia R.M.

entardecer á beira mar...

Fotografia R.M
Há tempos atrás alguém me perguntou "humm... e de bicicleta? A companhia não conta?...", e como eu afirmei antes que mais tarde falaria disso aqui está, não o faço por obrigação nunca o faria, tudo tem sempre uma razão de ser e a razão é eu esta tarde ter ido andar de bicicleta, não combinei com ninguém, apenas fiz o normal meti a bicicleta no carro e podem me chamar o que quiserem mas infelizmente a minha forma física ainda deixa muito a desejar e admito talvez um pouco com receio também, mas como dizia de bicicleta na mala do carro lá me dirigi até á praia, montar de novo a bicicleta e ai vou eu (desta vez fui bem acondicionado com a roupa apropriada), de musica nos ouvidos e de olhar nas pessoas por quem passo que admito n eram muitas sendo um dia de semana e ainda para mais com o frio do entardecer. Foi algo estranho dei comigo a repetir o mesmo caminho vezes sem conta até que me aperceber de que já era noite e que andava naquilo há pelo menos duas horas e meia... talvez seja um pouco utópico mas foi algo que me relaxou ao ponto de tudo á minha volta abrandar, desaparecer como que por momentos, todos os pensamentos, todos os problemas, todas as obrigações… apenas uma sensação de calma... Claro que a companhia tem as suas vantagens, o poder parar para ter uma conversa ou outra, poder apreciar tudo o que passa enquanto se toma um pequeno lanche numa esplanada e dizer mal de afinal não ter trazido o fato de treino e começar a regelar de t-shirt e calções sentado a pensar no percurso de regresso até ao carro.
Para comprovar tudo isto tenho claro está o meu amigo e companheiro de alguns desses passeios a pedalar Ricardo Batista, que lá me vai acompanhando ou melhor eu vou acompanhando e a quem convido para mais um passeio.
Pedalem muito e aproveitem que a chuva ainda vai deixando... é sempre bom e saudável.
R.M.

sinto-me como que um agarrado...

Fotografia R.M.
“É preferível ter amado do que nunca ter amado sequer”.. Gostaria de saber quem disse isso para lhe poder dizer o quanto isso pode ser uma grande mentira a meu ver.
Claro que uma frase destas faz sentido quando as recordações ainda são tão recentes que ainda é tudo uma fantasia, quando ainda se vive essa memória recente e esse sentimento ainda é tão doce tão calmo e sereno, quase como que uma droga que inebria e distorcendo toda essa realidade, fazendo esquecer todo e qualquer problema que existe tornando-o em algo insignificante. Uma droga.. sim acho que é uma boa comparação, é algo que cria um vício, uma habituação. O de querer estar com alguém, o querer dar e fazer algo por quem amamos, o viver para a outra pessoa, o perder um pouco da identidade individual e n conceber toda realidade sem ser a dois, não me venham dizer que isso n acontece, sempre que se ama isso acontece com menos ou mais intensidade mas acontece, toda essa estupidificação das nossas acções e pensamentos, toda essa partilha de informação e de pensamentos diários.
“Sim mas eu acredito que essa frase faz sentido e se aplica…” Sim claro como eu já disse antes mas dizes isso a alguém que se sinta sozinho e a reacção será a mesma? Tal como acontece a um ex-viciado, a sensação não desapareceu… apenas aprendeu a viver com ela ali ao lado e sempre presente, sempre a te aliciar, a relembrar que aquilo existiu e o que bom que era, dás contigo a pensar quero experimentar, quero ter de novo essa euforia, essa leveza essa partilha, esse retorno de carinho e cumplicidade… mas na realidade não a consegues… quão frustrante pode isso ser. Procuras então um substituto.. os amigos e tentas encontrar um pouco dessa “droga” neles, algo que te possa enganar por uns momentos e poder ter de novo aquele sentimento de completamento e sentir fazer a diferença na vida de alguém. Ouros pura e simplesmente nem se apercebem que necessitam de tudo isso.. apenas se limitam a tentar permanecer na ignorância e saltar um pouco de lado para lado, sempre em movimento constante.. talvez o sentimento assim n o apanhe e fique esquecido no tempo, mas aviso desde já, quando pararem serão apanhados e talvez mais forte ainda.
“Quem me dera ser ignorante toda a vida, quem me dera nunca ter sentido isto, poder não ter saudades e relembrar esse sentimento.” Já o afirmei tantas vezes que me esqueci de quantas foram no seu todo… não me interpretem mal n sou uma pessoa derrotista ou sequer fatalista, mas é uma verdade quando se está só, ou melhor quando nos sentimos sós desejamos sempre que as coisas sejam diferentes e que todos esses sentimentos nos deixem, limitamo-nos a sentar e esperar que alguém nos encontre e tudo isso passe, e n levem estas palavras á letra, quem se sente só nem sempre está sentado ou se põe á parte, é preciso olhar um pouco mais além disso, são as pequenas coisas, as pequenas frases, as palavras e olhares que o dizem é só preciso estar atento.

Não é nenhuma citação apenas um parágrafo de um pequeno texto que escrevi que acho que descreve um pouco esse sentimento que falei.
“Sinto-me só, sinto-me como que um agarrado que desesperadamente necessita da sua dose para deixar de ter essas dores, essas contracções no corpo que me obrigam a aninhar agarrado á almofada como se da minha vida se tratasse, preciso dele para que esse nó na garganta desapareça e possa engolir de novo, preciso dele para poder reaprender a viver de novo, preciso dele para poder me sentir amado só mais uma vez.”
Eu sei que dá trabalho estar a comentar isto se é que têm tempo de ler todo este texto, mas peço-vos, comentem e digam-me o que pensam ou o que n pensam.

R.M.

instantes decisivos II...

Fotografia R.M.
Finalmente chegaram ao fim as filmagens desta curta-metragem. Fica o sentimento não sei se de descanso ou se de saudades de tudo o que isto envolveu. Foram semanas cansativas desde os ensaios até ás gravações, sendo estas ultimas semanas as mais desgastantes, talvez pela quantidade de horas seguidas necessárias para todas as gravações take após take, plano após plano, mas uma coisa não posso negar, vou sentir falta de tudo isso… de toda a preparação, das longas horas a repetir vezes sem conta os mesmos movimentos e as mesmas reacções, mas principalmente das pessoas e de todos os momentos de convívio ainda que por pouco que tenham sido mas toda a cumplicidade que se acabou por gerar a interacção entre todos para que tudo pudesse funcionar. Cada uma dessas pessoas pois cada uma delas deu o seu contributo para que tudo isto pudesse funcionar, bem ou mal mas funcionar, não se pode dizer que eu tenha feita grande diferença por lá apesar de ter acabado por fazer mais do que tencionava e ainda para mais ter de estar á frente da câmara, mas pelo menos consegui captar algumas imagens atrás da minha câmara que serão sempre uma recordação de toda esta experiência.
Não podia passar sem deixar aqui o meu agradecimento a todos os que tiveram a paciência de me aturar nomeadamente comigo atrás de uma câmara que por vezes intimida, não era essa a minha intenção muito pelo contrário como tal peço desculpa a quem tenha provocado esse sentimento, mas espero que tudo isso se torne insignificante ao recordar nestas fotos todos esses momentos.

Aqui deixo os nomes da equipa que nos proporcionou toda esta experiência de cinema, independentemente de qual a sua função específica durante as filmagens.

A equipa:
Realizador – Nuno Camacho
Produtora – Barbara Rocha Ferreira
1º Ass. De Realização – André Couto
1º Ass. De Produção Francisco Barbosa
Director de Arte – Nuno Leite
Director de Fotografia – Carlos Carvalho
Gestor musical – Pedro Marques
Som – Maurício D’Orey

2º Ass. De Realização – Nuno Silva
2º Ass. De Produção – Joana Vieira
Ass. De Som – Ricardo Bragança
Ass. De Direcção de Arte – Sara Leite
2º Ass. De Direcção de Arte – Frederico Beja
Ass. De Fotografia – João Paulo
Ass. De Maquilhagem – Alex. De Brito
Continuidade/Anotação – Leonor Viseu
Câmara – João Maldonado
Making Of – Luís Figueiredo


Palavra que fica de todas estas gravações..
-“… continuidade … “

A apreciação final fica para depois da apresentação a todos do filme.
R.M.

dança na solidão...

Não sou original nem faço nada de único em fazer aqui referencia ao CD “Dança da Solidão“ que tanta gente sempre incentivou a que fosse real, mas como sempre vou adiando e acabo por as fazer fora do tempo... mas faço.
Não sou professor de música como o meu amigo Ricardo Batista a quem desde já deixo os meus parabéns pela critica feita a este cd, bem como todo um mundo musical que ele me dá a conhecer no dia a dia e penso que a todos os que o rodeiam nem que por pequenos momentos que sejam. Voltando ao que dizia anteriormente, n sou professor e muito menos tenho ânsia de ser cantor, (para bem de todo o mundo musical e quem gosta de manter a sua integridade auditiva), não pertenço a qualquer grupo que seja que se proponha cantar perante plateias e auditórios.
Sou apenas alguém que sempre teve a música presente na sua vida quer na infância quando tive aulas de piano e pouco mais do que isso, sou apenas um mero espectador e apreciador de música muito influenciado como já deu para ver por amigos e e família tão intimamente ligados com a musica.
Não faço deste texto uma crítica apenas dou os meus parabéns pelo objectivo conseguido não só pela Sofia mas também por
Marc Demuth, pois se propuseram a isto e n desistiram, poderei ser sempre algo parcial, afinal gosto de me considerar um amigo de ambos ainda que nem sempre presente, mas que tenta na medida do possível contribuir para que estes sonhos se realizem nem que seja ouvindo e estando presente como amigo que sou.
Aqui fica então meu abraço muito sentido para os dois, que este seja um de muitos que se avizinham pela frente de uma carreira tão promissora como a vossa.
R.M.